Há significado informativo na cor. No semáforo, por exemplo, o verde significa que podemos passar, o vermelho é para parar e o amarelo leva-nos a abrandar. A organização da sociedade implica que se estabeleçam regras, mesmo que muitas vezes não consigamos explicar bem o porquê. A partir daí, expressões como “dar luz verde” são entendidas pelos cidadãos em comum – neste caso em concreto, significa que algo pode passar à fase seguinte. No entanto, não é só de significados estabelecidos que vive a cor. Esta pode passar a representar um sentimento, uma emoção. Temos memória fotográfica e, sendo a cor um dos elementos que mais facilmente memorizámos, costumámos associar determinadas cores a determinados acontecimentos. Se esse acontecimento for positivo, a cor que lhe está associada passa a ser tida por nós como positiva; se, pelo contrário, for negativo, passamos a ver essa mesma cor como vemos o acontecimento que lhe associamos: de forma negativa. O gostar ou não de uma cor depende muito desta ideia.
É também através da cor que gerimos o nosso dia-a-dia.
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Proíbe e informa. Pára, abranda e deixa avançar.

Identifica partidos políticos, sendo associada a ideais em determinados contextos






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